segunda-feira, 5 de março de 2012

História:: A Valorização da Mulher no comércio no Brasil


Um olhar mais atento identificará com facilidade o tamanho e a importância da força de trabalho da mulher brasileira. Na cidade ou no campo, na mão-de-obra simples ou especializada, muitas vezes são elas que sustentam suas famílias, número cada vez mais crescente, segundo o IBGE.
Elas acordam de madrugada, trabalham fora e dentro de casa, em trabalhos convencionais ou artísticos. Seus trabalhos estão espalhados entre as lavouras, no artesanato, nas fábricas e nas residências. No entanto, infelizmente, também é grande a porcentagem das mulheres que praticamente se submetem ao trabalho escravo: são exploradas ao extremo, aviltadas pelos baixos salários, pela insegurança da informalidade e pela humilhação das condições do trabalho.
Com esta lucidez e conhecimento prático do descaso em relação às mulheres no mercado de trabalho é que o candidato a deputado federal João Destro, que também é empresário, quer lutar por políticas públicas que ajudam na valorização do trabalho feminino e mudem as estatísticas levantadas pelo censo brasileiro que mostram as mulheres sempre aquém do que elas realmente merecem; pelo esforço, capacidade e competência.


Números que precisam mudar
As mulheres responsáveis pelo sustento da família representam 29,6% das trabalhadoras ativas do País. Destas, 62,9% têm mais de 40 anos e 38,4% frequentaram a escola por menos de oito anos. 21,9% atuam como domésticas e 78,6% têm rendimentos mensais inferiores a três salários mínimos. O rendimento médio mensal é de R$ 956,80, isto significa 71,3% dos rendimentos do homem, que é de R$ 1.342,70. Entre as mulheres chefes de família, 50,6% não têm cônjuge e moram com os filhos, na maioria, menores de idade.
Pelo mercado formal, pela valorização salarial
Hoje as mulheres já são a maioria nas escolas e universidades e entre os jovens, já possuem maior escolaridade. Mesmo assim, quando conseguem vencer as barreiras e alcançar postos maiores, como chefias, as disparidades ainda são grandes no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, no emprego formal, o salário da mulher é apenas 78% do salário do homem. Entre as pessoas com 12 anos ou mais de estudo, os homens ganham, por hora, 70% a mais que as mulheres. O candidato a deputado federal João Destro irá lutar pela inserção das mulheres no mercado formal, além do pagamento justo ao seu trabalho.
Políticas públicas
Quando não há ausência delas, existe a deterioração de políticas públicas – leis antiquadas e ultrapassadas - que aprofundam ainda mais a exploração da mulher, que continua responsabilizada pelo trabalho doméstico e pelo cuidado da família.
Para isso é preciso haver representantes na política que se dediquem a esta causa, como se propõe a fazer o candidato João Destro. Mais do que planos, é preciso ter uma verdadeira vontade de realização das propostas de:
- Ampliar o acesso das mulheres ao mercado de trabalho;
- Promover a autonomia econômica e financeira das mulheres;
- Implantar programas de capacitação e melhoria na qualificação das mulheres;
- Criar oportunidades de inserção da mão-de-obra feminina em atividades alternativas consideradas masculinas;
- Incluir a valorização do trabalho da mulher em programas de diversidade;
- Valorizar ações comunitárias que envolvam o trabalho feminino.
São apenas alguns passos necessários para que a mulher seja valoriza pelo espaço social que elas ocupam na sociedade brasileira, pela força de trabalho e rendimento que elas representam na economia do País. 

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