Um olhar
mais atento identificará com facilidade o tamanho e a importância da força de
trabalho da mulher brasileira. Na cidade ou no campo, na mão-de-obra simples ou
especializada, muitas vezes são elas que sustentam suas famílias, número cada
vez mais crescente, segundo o IBGE.
Elas
acordam de madrugada, trabalham fora e dentro de casa, em trabalhos
convencionais ou artísticos. Seus trabalhos estão espalhados entre as lavouras,
no artesanato, nas fábricas e nas residências. No entanto, infelizmente, também
é grande a porcentagem das mulheres que praticamente se submetem ao trabalho
escravo: são exploradas ao extremo, aviltadas pelos baixos salários, pela
insegurança da informalidade e pela humilhação das condições do trabalho.
Com esta
lucidez e conhecimento prático do descaso em relação às mulheres no mercado de
trabalho é que o candidato a deputado federal João Destro, que também é
empresário, quer lutar por políticas públicas que ajudam na valorização do
trabalho feminino e mudem as estatísticas levantadas pelo censo brasileiro que
mostram as mulheres sempre aquém do que elas realmente merecem; pelo esforço,
capacidade e competência.
Números
que precisam mudar
As
mulheres responsáveis pelo sustento da família representam 29,6% das
trabalhadoras ativas do País. Destas, 62,9% têm mais de 40 anos e 38,4%
frequentaram a escola por menos de oito anos. 21,9% atuam como domésticas e
78,6% têm rendimentos mensais inferiores a três salários mínimos. O rendimento
médio mensal é de R$ 956,80, isto significa 71,3% dos rendimentos do homem, que
é de R$ 1.342,70. Entre as mulheres chefes de família, 50,6% não têm cônjuge e
moram com os filhos, na maioria, menores de idade.
Pelo
mercado formal, pela valorização salarial
Hoje as
mulheres já são a maioria nas escolas e universidades e entre os jovens, já
possuem maior escolaridade. Mesmo assim, quando conseguem vencer as barreiras e
alcançar postos maiores, como chefias, as disparidades ainda são grandes no
mercado de trabalho. Segundo o IBGE, no emprego formal, o salário da mulher é
apenas 78% do salário do homem. Entre as pessoas com 12 anos ou mais de estudo,
os homens ganham, por hora, 70% a mais que as mulheres. O candidato a deputado
federal João Destro irá lutar pela inserção das mulheres no mercado formal,
além do pagamento justo ao seu trabalho.
Políticas
públicas
Quando
não há ausência delas, existe a deterioração de políticas públicas – leis
antiquadas e ultrapassadas - que aprofundam ainda mais a exploração da mulher,
que continua responsabilizada pelo trabalho doméstico e pelo cuidado da
família.
Para isso
é preciso haver representantes na política que se dediquem a esta causa, como
se propõe a fazer o candidato João Destro. Mais do que planos, é preciso ter
uma verdadeira vontade de realização das propostas de:
- Ampliar
o acesso das mulheres ao mercado de trabalho;
-
Promover a autonomia econômica e financeira das mulheres;
-
Implantar programas de capacitação e melhoria na qualificação das mulheres;
- Criar
oportunidades de inserção da mão-de-obra feminina em atividades alternativas
consideradas masculinas;
- Incluir
a valorização do trabalho da mulher em programas de diversidade;
-
Valorizar ações comunitárias que envolvam o trabalho feminino.
São
apenas alguns passos necessários para que a mulher seja valoriza pelo espaço
social que elas ocupam na sociedade brasileira, pela força de trabalho e
rendimento que elas representam na economia do País.
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